Este blog tem como objetivo divulgar o trabalho de Mauricio Ribas como escritor e um pouco da sua história (Bio). Busca também abrir a possibilidade de debater sobre a leitura, a escrita, suas ideias, seus livros e livros de uma maneira geral. Por favor, se possível, deixe seus comentários, serão recebidos com grande alegria.
segunda-feira, 13 de novembro de 2023
Encontro - Noite de autógrafos festa de Lançamento do Livro Ingel Addae - Notícias na Mídia
quinta-feira, 26 de outubro de 2023
COMPRE AGORA ACESSE OS LINKS ABAIXO - Veja a Sinopse do Livro mais abaixo
Links de acesso ao livro em plataformas online:
Editora Appris
https://editoraappris.com.br/produto/ingel-addae-a-luta-entre-o-bem-e-o-mal/
E-books
https://www.amazon.com.br/s?k=
https://books.apple.com/br/
https://play.google.com/store/
https://www.kobo.com/br/pt/
https://pt.scribd.com/search?
https://loja.skeelo.com/
https://www.storytel.com/br/
segunda-feira, 23 de outubro de 2023
EMPATIA E COMPAIXAO ISRAEL E PALESTINA
As trágicas imagens que estamos assistindo diariamente em nossas telas, do
conflito Hamas Israel, tem provocado em mim e creio que na maioria das pessoas,
um estado emocional dos mais perturbadores, seja em virtude do avanço implacável
dos meios de comunicação e de seus recursos, seja pela tecnologia que nos
coloca em meio aos conflitos com vídeos feitos pelas próprias vítimas dos
bombardeios e ataques terroristas e dos vitimadores. Imagens aviltantes expõem assassinatos,
corpos despedaçados, feridos em agonia nos hospitais, crianças em pânico, feridas
e mortas, cenas as quais assistimos atônitos em tempo real. Quero crer que pra lá
da discussão mais que atual sobre os motivos dos embates na Palestina, neste
momento precisamos de forma implacável nos colocar ao lado das vítimas, dos sofredores,
dos excluídos, dos marginalizados, das centenas de milhares de crianças,
adolescentes e mulheres que estão sendo mortos, mutilados física e psicologicamente
em nome da luta pela liberdade que se transformou em barbárie, perpetrada pelo
Grupo Hamas e do outro da carnificina em nome do direito de defesa levada a
efeito pelo governo de extrema direita de Israel. A minha causa, a causa da
humanidade, é a causa de todos os judeus e de todos os palestinos, é a causa de
todos os excluídos, dos famintos, dos humilhados, das mulheres, das crianças, a
causa dos homens que desejam e trabalham pela paz, pela convivência pacífica e pelo
progresso da humanidade. Que cessem imediatamente as violações aos Direitos
humanos. Precisamos exigir a apuração dos crimes de guerra e a responsabilização
dos culpados. Por mais empatia e compaixão, Hamas não é Palestina e Benjamin Netanyahu
não é Israel.
segunda-feira, 9 de outubro de 2023
LANÇADO - VOCÊ JÁ PODE ADQUIRIR O SEU - LINKS ABAIXO
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Editora Appris
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segunda-feira, 28 de agosto de 2023
INGEL ADDAE - A LUTA ENTRE O BEM E O MAL / Sinopse
Este livro, INGEL ADDAE - A LUTA ENTRE O BEM E O MAL, é dedicado a todas as crianças do mundo, mas especialmente aquelas que sofrem qualquer tipo de violação a qualquer um dos direitos fundamentais, além de qualquer forma de negligência, discriminação ou exploração, crueldade, opressão e desamor. Não é sem razão que o art. 227 da CF brasileira estatui que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem com absoluta prioridade direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e a convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.
Da mesma forma, o art. 4º do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) afirma que é dever da família, comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.
Apesar desses dispositivos legais contundentes, dolorosamente a lei não tem sido cumprida. Infelizmente, no Brasil, os organismos criminosos utilizam-se de menores para determinadas práticas delitivas, como tráfico de drogas, assaltos, entre outros, assim como no resto do mundo, usando os pequeninos impiedosamente no crime, em guerras, prostituição e trabalhos escravos ou desumanos. Precisamos urgentemente pôr a salvo as crianças brasileiras e as crianças em todo o mundo que sofrem com essa crueldade.
A Convenção sobre os Direitos da Criança adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 20 de novembro de 1989, reconhecendo que a criança, para o desenvolvimento harmonioso da sua personalidade, deve crescer num ambiente familiar, em clima de felicidade, amor e compreensão, precisa ser seguida por toda a humanidade, considerando que importa preparar plenamente a criança para viver uma vida individual na sociedade e ser educada no espírito dos ideais proclamados na Carta das Nações Unidas e, em particular, num espírito de paz, dignidade, tolerância, liberdade e solidariedade.
Deve-se ter em mente que “a prioridade consiste no reconhecimento de que a criança e o adolescente são o futuro da sociedade e por isso, devem ser tratadas com absoluta preferência”1 . Devemos entender que a criança e o adolescente deverão estar em primeiro lugar na escala de preocupações dos governantes, devemos entender que, em primeiro, devem ser atendidas todas as necessidades das crianças e adolescentes, pois “o maior patrimônio de uma nação é seu povo, e o maior patrimônio do povo são suas crianças e jovens”2. Caso contrário, negaremos ao mundo a oportunidade de trans-formação necessária e urgente através do respeito e amor dedicado as novas gerações desde o primeiro momento que é a infância. Tendo presente que a necessidade de garantir uma proteção especial à criança foi enunciada pela Declaração de Genebra de 1924 sobre os Direitos da Criança e pela Declaração dos Direitos da Criança adotada pelas Nações Unidas em 1959, e foi reconhecida pela Declaração Universal dos Direitos do Homem, pelo Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos (nomeadamente nos artigos 23.º e 24.º), pelo Pacto Internacional sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (nomeadamente o artigo 10) e pelos estatutos e instrumentos pertinentes das agências especializadas e organizações internacionais que se dedicam ao bem-estar da criança, precisamos agir sem demora, conclamando o mundo todo a esse grande mister.
Esta obra é uma obra de ficção, baseada em fatos reais. Ela usa da ficção para falar sobre a realidade e tocar os corações através de símbolos e metáforas, sendo que essas histórias foram contadas pelo autor para-Ingel Addae. Ele e Michel são pessoas de verdade que conviveram e ensinaram-se mutuamente muito sobre o amor verdadeiro, uma paternidade substitutiva, que trouxe à tona uma relação única que ensinou, tanto a um quanto a outro, uma lição maravilhosa, aquela que mostra que o amor pode existir independentemente de laços sanguíneos e convergência cultural ou qualquer outra barreira. Os acontecimentos fantasiosos nada mais são de que um instrumento de comunicação utilizado pelo autor para comunicar-se com o protagonista da história.
Aquela-Mulher, a bruxa da história, existe, ela é o crime organizado que alicia e destrói milhões de vidas de crianças e adolescentes no mundo. Ela é a violência, as drogas que ceifam vidas, a miséria que corrompe e desmotiva. Ela é a prostituição, o trabalho forçado ou escravo. Ela é o mal personificado, contra o qual todos devemos lutar. Hoje em dia, a ONU estima que crianças-soldados lutaram em 18 conflitos desde 2016. Cerca de 19 mil crianças estão envolvidas em conflitos apenas no Sudão do Sul. Imagina-se que sejam centenas de milhares em todo mundo, incluindo meninos e meninas. No Brasil, é uma realidade que afeta milhares de crianças e jovens a serviço do narcotráfico, inclusive na capital do país, no quintal dos Três Poderes da República. Quem deveria manusear livros e brinquedos tem em punho armas de fogo e carrega na mochila porções de entorpecentes para negociar com consumidores. Trata-se de um mercado no qual é preciso bater metas, respeitar hierarquias, cumprir longas jornadas e correr iminente risco de morte.3
Que com este livro eu possa tocar corações e mentes. E mais do que isso, possa motivar aqueles a quem compete agir e aqueles a quem não compete debater soluções que deverão passar, especialmente em países desiguais como o Brasil, por uma educação libertária e transformadora.
O autor
quarta-feira, 23 de agosto de 2023
A POESIA E A POETA RUPI KAUR E A GUERRA DA UCRANIA - Qual a relação?
Acabei de ler o livro Outros jeitos de usar a boca de Rupi Kaur, um livro magnifico cheio de significado e emoção, o livro aborda temas como violência, abuso, amor, perda e feminilidade. Rupi é uma escritora e poeta Indiana Canadense, considerada a preferida do Jornal New York Times, é feminista contemporânea, escritora e artista da palavra falada indiano-canadense. Ela é popularmente conhecida como Instapoet pela atenção que ela ganha online com seus poemas no Instagram. Ela publicou também o livro de poesia e prosa intitulado "milk and honey" e em outubro de 2017, lançou a obra "The Sun and Her Flowers" (O que o sol faz com as flores, no Brasil). Em novembro de 2020 publicou "home body" (Meu corpo minha casa, no Brasil), seu terceiro livro, que estreou em primeiro lugar nas principais listas de best-sellers do mundo.
Vou dar somente uma amostra de dois trechos de poemas
onde ela diz: “Como nosso amor pode morrer se ele está escrito nestas páginas”
e em outro, “a questão sobre escrever é
que não sei se vou acabar me curando ou me destruindo”, são dois pequenos
trechos do pensamento dela, que muito me tocam, tenho refletido muito
tanto sobre uma coisa, como sobre a outra, isto é, a perenidade dos amores
através das páginas dos livros e sobre o solitário oficio de escrever, que em
mim tem despertado sentimentos fortíssimos e me feito refletir sobre o mundo e
a vida de forma bastante profunda e dolorida. Estou escrevendo um livro que se
passa em grande parte na Ucrânia em meio a guerra e isto tem me feito estudar
muito a respeito e pesquisar o farto material disponível na Internet, revistas,
livros e jornais especializados ou não, a ponto de muitas vezes ficar chocado
com a crueza dos acontecimentos e sua divulgação como nunca ocorreu antes na história, cenas violentas de combates reais onde homens lutam pela vida e perdem-na de forma estupida o que leva a refletir sobre o sentido da existência
e a morte. O meu livro irá daqui a alguns meses para as livrarias e plataformas
digitais e sinto com isso o peso da responsabilidade do meu tempo, pois, como o
amor se pereniza na literatura a história também, mas mais que isso quero que
ele seja um instrumento de denúncia das injustiças e monstruosidades dessa
guerra mais que infame e fratricida que estamos assistindo. Não sei ao certo se
ao escrever eu me curo ou me destruo, talvez eu me encontre, mas vou descobrir,
porque não pararei mais de fazê-lo porque uma coisa é certa já não posso viver
sem a escrita.
segunda-feira, 14 de agosto de 2023
A MELANCOLIA DEVER SER REATIVA
A articulista Ligia Dinis, da folha de São Paulo, ao
publicar um artigo crítico sobre o livro Factótum, de Bukowski, menciona que a
tradição literária moderna, masculina e ocidental nos deixou duas grandes
lições a respeito da relação entre a lucidez com que se encara o mundo e o
estado de espírito resultante disso. A primeira, já um tanto problemática, é a
de que o sujeito que encara os horrores do mundo de frente, com inteligência e
sem covardia, é inevitavelmente um melancólico. Melancolia é uma tristeza
profunda e permanente. A melancolia é bastante comum entre os artistas que são reconhecidos,
como pessoas notoriamente mais sensíveis que as demais. O mundo no qual vivemos,
nos dá razão de sobra para sermos melancólicos, isso não podemos negar e não é
preciso divagar muito para entender que a vida causa dor, impossível ficarmos insensíveis
a tanta injustiça e sofrimento. Por isso, encarar o mundo de frente, apesar da
dor, é o que se nos apresenta para podermos justificar o privilégio da existência.
Do contrário acabaríamos consumidos pelo álcool, drogas ilícitas, depressão, inação
ou suicidando-se como Ernest Hemingway e tantos outros escritores fantásticos. A
segunda, realmente danosa, é a de que basta ser melancólico para se passar por
lúcido, inteligente e corajoso e na opinião dela, da Ligia, Charles Bukowski é
um dos propagadores dessa grande bobagem. Duas questões se nos apresentam, a
primeira é se o mundo entristece ao ponto de nos tornarmos melancólicos e se
esse é um desiderato inevitável para o homem, e a segunda é se a melancolia é necessária
e nos conduz à reação. A primeira entendo que sim, mas não necessariamente
devemos reagir nos entristecendo, renunciando à alegria de forma permanente, e à
segunda entendo que com base na primeira resposta viver triste não é implacavelmente
inevitável. É preciso dizer que a felicidade humana será sempre relativa e não absoluta.
Portanto, não basta sermos melancólicos para sermos lúcidos,
inteligentes e corajosos, vale dizer não basta sentirmos as dores do mundo, antes
é preciso sermos reativos, que é um adjetivo referente àquilo que produz
uma reação. No âmbito específico da química, um reativo é uma substância que
permite revelar a presença de uma outra substância diferente e que, através de
uma interação, dá lugar a um novo produto. Transportando para a vida humana essa
lição da química, ao nos depararmos com a melancolia devemos utilizá-la como
reativo, que detectando o que há de ruim, injusto e miserável, a nossa volta e além,
faz-se da luta um fator de transformação
A melancolia é um sinal de lucidez, que somada à coragem e à inteligência, transformará o mundo em que vivemos em um mundo melhor, ainda que
nossa contribuição seja pequena, ela se somará aos outros milhões de outros esforços,
logrando atingir o objetivo de transformação que tanto almejamos. Portanto, não
ao conformismo, não à procrastinação, não à indiferença, não à banalização do
mal. Sim à felicidade de servir, para fazer a diferença e transformar.
A quem serve o Santo Graal?
A história do Rei Pescador e Parsifal é uma das mais conhecidas na tradição do ciclo arturiano e nas lendas do Santo Graal. O Rei Pescado...

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